A ponte do rio Chari

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De  Euronews
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O rio Chari é uma fronteira natural entre o Chade e os Camarões. Há décadas que o tráfego na ponte que atravessa o rio é intenso e sem grandes

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O rio Chari é uma fronteira natural entre o Chade e os Camarões. Há décadas que o tráfego na ponte que atravessa o rio é intenso e sem grandes formalidades mas, desde que os guerrilheiros do Boko Haram começaram a lançar ataques no norte dos Camarões, tudo mudou.

“Um dos lugares de onde melhor se percebe a ameaça que representa o Boko Haram para o Chade é na ponte Ngueli, que liga os Camarões com os subúrbios da capital chadiana, Djamena. O controlo foi reforçado para evitar atentados e a entrada de armas”, sublinhou Luis Carballo, da Euronews, no local.

Djamena fica de um lado da ponte. Do outro, fica a aldeia camaronesa de Kousseri. Entre as duas margens há um denominador comum – a ameaça de um ataque dos extremistas do Boko Haram, que lutam pela instauração de um califado islâmico.

“Aqui há segurança total porque temos a polícia, os “gendarmes” e tudo o que é necessário para evitar que o Boko Haram entre no país, no Chade.
A partir das 07:00 abrimos as barreiras para que as crianças vindas de Kousseri possam frequentar as nossas escolas. Aqui, no Chade, a segurança é total”, disse um polícia civil.

Sob o olhar atento da polícia fronteiriça chadiana tudo é comercializado, desde sacos de arroz até sabão, telemóveis e peças de automóvel.
Algumas coisas são mais baratas nos Camarões e outras no Chade. As leis do mercado também se aplicam aqui.

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