EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

WikiLeaks: ONU declara que detenção de Julian Assange é "arbitrária"

WikiLeaks: ONU declara que detenção de Julian Assange é "arbitrária"
Direitos de autor 
De  Dulce Dias com AFP, Reuters
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Tanto o Reino Unido como a Suécia discordam do parecer dos especialistas

PUBLICIDADE

É oficial: um painel ONU concluiu que Julian Assange foi detido arbitrariamente. Os cinco especialistas independentes que integram o grupo analisaram a queixa apresentada, em 2014, pelo fundador do WikiLeaks, e apelam agora às “autoridades suecas e britânicas” para colocarem um ponto final na detenção e respeitarem o seu direito a ser indemnizado.

Assange deveria poder ficar livre e ser indenizado, diz ONUhttps://t.co/6zwvAHQr2zpic.twitter.com/Y5LjR7rRfX

— Terra Notícias (@TerraNoticiasBR) 5 Février 2016

Christophe Peschoux, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, explica: “Uma detenção pode ser legal – os procedimentos legais existentes foram implementados – e mesmo assim ser arbitrária. E, neste caso, o grupo de trabalho decidiu que a detenção de Assange pode ser legal mas é arbitrária.” Isto é, a legislação ou a sua aplicação são pouco razoáveis nas circunstâncias em causa.

(Confrontar parágrafo 4.2 do documento preparado pelo Gabinete de Documentação e Direito Comparado).

Assange está recluso há mais de três anos na Embaixada do Equador em Londres, procurado por Estocolmo num inquérito sobre abusos sexuais.

Tanto o Reino Unido como a Suécia discordam do parecer dos especialistas, o qual não é vinculativo.

Grã-Bretanha e Suécia rejeitam opinião da ONU pedindo a liberdade de Assange https://t.co/pmI5hQ4sK9pic.twitter.com/CtugwHsFZU

— Inter Estadão (@EstadaoInter) 5 Février 2016

No entanto, outras decisões, do mesmo painel, terão influenciado a libertação de personalidades como a birmanesa Aung San Suu Kyi e o jornalista do Washington Post Jason Rezaian.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Advogados dos EUA alegam que revelações de Assange colocaram vidas em risco

Londres avalia pedido de recurso contra extradição de Assange

O futuro da Europa: dos combustíveis fósseis à dependência dos metais?