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Forças iraquianas avançam em Mossul

Forças iraquianas avançam em Mossul
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De  Miguel Roque Dias com Reuters; EFE
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As forças iraquianas conquistaram já seis bairros na zona oriental de Mossul, a segunda cidade do Iraque.

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As forças iraquianas conquistaram já seis bairros na zona oriental de Mossul, a segunda cidade do Iraque.

Os militares continuam a avançar para o centro, onde os militantes do grupo Estado Islâmico se encontram aquartelados.

Iraqi troops begin assault deeper into Mosul neighborhoods. https://t.co/aQTNzPbU3m

— The Associated Press (@AP) November 4, 2016

As unidades de contraterrorismo têm enfrentado forte resistência dos “jihadistas”. Estão a ser recebidos com bombas e intenso tiroteio, contudo, esperam reconquistar o centro de Mossul em breve.

“As batalhas estão a decorrer. O Daesh está a usar atiradores furtivos, carros armadilhados e mísseis dirigidos. Nós vamos ripostar e vamos libertar o bairro de al-Zahra, em breve”, assegura Abdel-Wahab al-Saadi, das forças de elite iraquianas.

Um vídeo de propaganda do autoproclamado Estado Islâmico mostra a intensidade com que os “jihadistas” combatem as tropas de elite iraquianas.

Numa mensagem áudio, o líder supremo, Abu Bakr al-Baghdadi, pediu aos seus combatentes, na quinta-feira, que não retirem de Mossul.

ISIS leader urges Mosul fighters to turn 'blood into rivers'… https://t.co/35aejMP4Tl

— DRUDGE REPORT (@DRUDGE_REPORT) November 4, 2016

Duas semanas após o início da ofensiva para retomar a cidade, milhares de civis vão sendo libertados do jugo do Daesh.

No acampamento de Khazer, a leste da cidade, famílias e amigos reúnem-se, novamente, dois anos após Mossul ter sido conquistada pelos “jihadistas”.

“É a minha família, são os meus amigos… Não consigo descrever o que estou a sentir. Há dois anos que não os via. Eles saíram, no início dos acontecimentos, infelizmente nós permanecemos e vivemos um autêntico pesadelo”, conta um habitante de Mossul.

Com as tropas iraquianas a avançar, em Mossul, o Daesh, cada vez mais acossado, tem utilizado os civis como escudos humanos, nos combates.

Segundo as Nações Unidas, os “jihadistas” executaram mais de 400 pessoas, nos últimos dias. Cerca de 50 seriam militantes que pretendiam desertar.

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