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DJ italiano tetraplégico "escolhe" morrer na Suíça

DJ italiano tetraplégico "escolhe" morrer na Suíça
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De  Nara Madeira
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O italiano Fabiano Antoniani sofreu um acidente de automóvel, em 2014, que o deixou tetraplégico e cego.

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O italiano Fabiano Antoniani sofreu um acidente de automóvel, em 2014, que o deixou tetraplégico e cego.

Esta segunda-feira, e depois de uma longa batalha, morreu, numa clínica na Suíça.

Dj Fabo è morto questa mattina in Svizzera. Dj Fabo, un Cristo che non abbiamo saputo riconoscere. https://t.co/F7361jKisapic.twitter.com/R7ncFjymaV

— Roberto Saviano (@robertosaviano) 27 de fevereiro de 2017

Uma morte assistida à qual o DJ não teve direito em Itália, onde a Eutanásia, tal como em Portugal, é proibida.

Un Paese civile e democratico lascia liberi. Liberi di poter scegliere. #DjFabopic.twitter.com/HwfHYe2uUI

— Michele Galvani (@GalvaniM) 26 de fevereiro de 2017

A acompanhá-lo tinha a mãe, namorada, alguns amigos e o líder da formação Italianos Radicais:

“Esta manhã, e após um segundo exame médico, ele confirmou a sua vontade de morrer e foi ele próprio que ativou o sistema para consegui-lo, através da sua boca, um dos únicos movimentos que era capaz de fazer, desta forma tomou a substância que o fez adormecer, em poucos minutos, e fez morrer, sem sofrimento”, explicou Marco Cappato.

Spero che ognuno di noi dedicherà un pensiero a #DjFabo per la sua scelta. Mi unisco al dolore dei suoi cari, senza alimentare polemiche. pic.twitter.com/diLoIKYEvh

— Vito Carone (@CaroneTweet) 27 de fevereiro de 2017

Quem o acompanhou, nesta última viagem, arrisca-se a pena de prisão.

Para Fabiano, de 39 anos, que queria morrer em Itália, o facto de não ter sido aprovada uma lei sobre a matéria era uma vergonha.

Dj Fabo è in Svizzera, visite per chiedere l’eutanasia L’appello: «Fatemi morire» https://t.co/pyOJ6riLKhpic.twitter.com/tfRV2vXMcb

— Corriere della Sera (@Corriere) 26 de fevereiro de 2017

Desde 2009 que o direito a escolher morrer, em situações terminais, e com o aval do médico, tem sido debatido no país, mas a decisão tem sido adiada, desta vez para março.

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