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Bashar al-Assad lança aviso a Donald Trump e Recep Tayyp Erdogan

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De  Francisco Marques
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Em entrevista a uma televisão chinesa, Presidente da Síria ameaça tratar como "invasores" quaisquer tropas presentes no país sem autorização de Damasco,sejam norte-americanas ou turcas.

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O Presidente da Síria avisou os rivais homólogos norte-americano e turco através de uma entrevista ao canal de televisão chinês Phoenix.

Após o Pentágono ter mobilizado mais homens para ajudar a coligação antirregime das Forças Democráticas Sírias (SDF) no assalto final a Raqa, no norte do país, Bashar al-Assad considerou “invasoras” quaisquer tropas presentes na Síria sem autorização de Damasco.

“Sejam elas, tropas norte-americanas, turcas ou outras quaisquer”, afirmou Assad, considerando que esta presença “não vai ajudar” a ganhar a guerra ao terrorismo na Síria.

Assad considera tropas dos EUA e Turquia como “invasoras” https://t.co/zf2gYPED6Hpic.twitter.com/rfmqZw5PKZ

— Jornal de Notícias (@JornalNoticias) 11 de março de 2017

“O que estão (os americanos) a fazer aqui? A combater o ISIL? Os americanos perderam quase todas as guerras. Perderam no Iraque e tiveram de se retirar no final. Perderam na Somália, para já nem falar do Vietname ou do Afeganistão. Não tiveram sucesso em lado algum para onde enviaram tropas”, acusou.

Ainda assim, Assad abriu a porta a uma eventual aproximação do novo Presidente norte-americano, mas que a acontecer tem de ser de uma forma oficial e pública, partindo de Washington.

#Syria: A new interview with President #Assad by #Chinese Phoenix TV pic.twitter.com/WJgzgs9IUs

— Ahmad Al-Issa (@ahmadalissa) 11 de março de 2017

No norte da Síria e mais concretamente em Raqa, prossegue, entretanto, a ofensiva para reconquistar o último grande bastião do “daesh” no país.

As forças sírias de oposição a Assad, as SDF, garantem ter os recursos necessários, com o apoio norte-americano, para conquistar Raqa e recusam a participação da Turquia na ofensiva devido à rivalidade com as milícias curdas das YPG, integrantes da coligação.

Por outro lado, as forças do regime, com o apoio da Rússia, do Irão e de outros grupos aliados, também estão próximas de Raqqa, garantiu Assad, na mesma entrevista.

a revelação faz aumentar o receio de um choque entre fações rivais sírias no norte do país e ainda com a eventualidade de haver “faísca” entre qualquer uma delas e forças trurcas que possam eventualmente cruzar-se-lhes no caminho.

#ASSAD TO #Phoenix TV: It’s unprecedented for the West to give al-#Qaeda and #Oscar through the #White_Helmets.

— Syrian Presidency (@Presidency_Sy) 11 de março de 2017

You can watch President #Assad 's #Interview with the Chinese #Phoenix television channel, on the following linkhttps://t.co/kZh6MKmRr4

— Syrian Presidency (@Presidency_Sy) 11 de março de 2017

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