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Madrid presta homenagem às vítimas dos atentados de 11 de março de 2004

Madrid presta homenagem às vítimas dos atentados de 11 de março de 2004
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Treze anos após os atentados terroristas de 11 de março de 2004, Madrid lembra e presta homenagem aos 193 mortos e mais de 1800 feridos.

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Treze anos após os atentados terroristas de 11 de março de 2004, Madrid lembra e presta homenagem aos 193 mortos e mais de 1800 feridos.

Instituições, entidades públicas e cidadãos anónimos recordaram as vítimas de uma célula da Al-Qaida, que colocou várias bombas em quatro comboios urbanos, na linha de Alcalá de Henares, que terminava na estação da Atocha.

Hoy a las 12, cep_cepolicia</a> estará en el Bosque del Recuerdo de <a href="https://twitter.com/hashtag/Madrid?src=hash">#Madrid</a>, en homenaje a víctimas de ataques terroristas del 11-M de 2004. <a href="https://t.co/fScUh2g4sB">pic.twitter.com/fScUh2g4sB</a></p>&mdash; CEP (cep_cepolicia) March 11, 2017

Os sinos das igrejas da capital espanhola marcaram o início das cerimónias, para lembrar o maior ataque terrorista de Espanha e da Europa. O 11 de março foi instituído como o Dia Europeu das Vítimas do Terrorismo.

A 11 de março de 2004, entre as 7h36 e as 7h40 da manhã, vários engenhos explodiram, quase em simultâneo, em vários comboios de Madrid.

Primeiro, três bombas explodiram num comboio dentro da estação da Atocha. De seguida, outras duas explodiram num comboio na estação de El Pozo del Tío Raimundo e outra num comboio na estação de Santa Eugenia. Por último, explodiram quatro bombas dentro de um comboio na rua Téllez, a 500 metros da entrada da Atocha.

Como cada 11 de Marzo nuestro recuerdo mas emocionado a las victimas y nuestro reconocimiento a los héroes de ese día.#11Mpic.twitter.com/Ag1L0nizw4

— CPPM Madrid Policía (@cppmmadrid) March 11, 2017

Sete dos principais suspeitos – incluindo o suposto cabecilha, o tunisino Serhane ben Abdelmajid Fakhet – morreram numa explosão, num apartamento em Madrid, em abril de 2004, durante uma ação das autoridades. Um policial morreu.

Vinte e uma pessoas, maioritariamente de nacionalidade marroquina, foram condenadas por envolvimento nos ataques. Três dos principais acusados receberam sentenças máximas de prisão.

O atentado ocorreu a poucos dias das eleições legislativas em Espanha. José Maria Aznar era o presidente do Governo espanhol e tinha apoiado as invasões do Iraque e do Afeganistão.

Nos primeiros dias o executivo acusou a ETA de ter sido a autora dos ataques, mesmo tendo sido encontrados versículos do Corão dentro da carrinha onde estavam os detonadores.

No dia 14 de março, o Partido Popular de Aznar acabaria por sair derrotado.

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