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Presidenciais França: Da esquerda à direita unem-se esforços para apoiar Macron

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Presidenciais França: Da esquerda à direita unem-se esforços para apoiar Macron
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É uma verdadeira frente anti-Marine Le Pen…mais do que uma frente de apoio a Emmanuel Macron.

É uma verdadeira frente anti-Marine Le Pen…mais do que uma frente de apoio a Emmanuel Macron. Da esquerda à direita, logo que foram conhecidos os resultados da primeira volta das eleições, começaram a unir-se esforços para não deixar que a candidata da Frente Nacional consiga chegar ao Eliseu.

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Do lado dos Republicanos, o próprio François Fillon, candidato derrotado, declarou de imediato o apoio a Macron. O partido seguiu o exemplo. Jean-François Cope, do Partido Republicano, garantiu que está “muito feliz por a nossa família política ter sido capaz de concordar com a ideia de que o objetivo é derrotar Marine Le Pen e para derrotar Marine Le Pen, não há outra opção a não ser garantir o voto em Emmanuel Macron, mas sem dizer seu nome para respeitar todas as sensibilidades “.

Já os socialistas, que antes das eleições consideravam Macron como um traidor, agora também declaram o apoio ao antigo ministro da Economia. Aliás, Benoît Hamon, um dos grandes derrotados da noite, foi um dos primeiros a apelar ao voto em Macron. E a estratégia já está preparada. Jean-Christophe Cambadelis, secretário do Partido Socialista francês, em conferência de imprensa explicou que “quatro milhões de panfletos já foram impressos, milhares de cartazes vão ser espalhados em toda a França. Ações porta a porta, um pouco por todo o país vão ser organizadas pelos nossos políticos e ativistas nas próximas semanas porque está fora de questão deixar que França perca a sua alma”.

Mais à esquerda, Jean-Luc Mélenchon, que conquistou cerca de 20% dos votos na primeira volta, não deu, para já, qualquer indicação de voto.

Quem se pronunciou esta segunda-feira foi o ainda presidente francês. Hollande manifestou o apoio a Emmanuel Macron, na segunda volta das presidenciais francesas. Numa declaração, a partir do Palácio do Eliseu, François Hollande pediu aos gauleses que votem Macron, afirmando que uma, eventual, eleição de Marine Le Pen, a candidata da extrema-direita francesa, seria um risco para o país.

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