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Amnistia Internacional saúda libertação de Chelsea Manning

Amnistia Internacional saúda libertação de Chelsea Manning
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Com Lusa

A Amnistia Internacional (AI) saudou a libertação da ex-analista informática do exército dos Estados Unidos, Chelsea Manning, da prisão militar de Fort Leavenworth, no estado norte-americano do Kansas, onde foi encarcerada após divulgar informação secreta apontando para crimes de guerra cometidos por militares norte-americanos.

A Amnistia fez campanha pela libertação de Chelsea Manning desde 2013, quando foi condenada a 35 ano*s de prisão por divulgar informações classificadas como *secretas, até que o então Presidente Barack Obama comutou a sua sentença antes de abandonar o cargo, em janeiro deste ano.

A organização de defesa dos Direitos Humanos recordou que a autora da fuga de informação do exército norte-americano foi, durante 11 meses antes de ser julgada, mantida sob custódia em condições que o Relator Especial da Organização das Nações Unidas sobre a Tortura classificou como “crueis, desumanas e humilhantes”.

Manning foi colocada em solitária como punição por uma tentativa de suicídio e foi-lhe negado tratamento adequado relacionado com a sua* identidade de género* durante o encarceramento.