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Porto Rico em sofrimento

Porto Rico em sofrimento
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De  Luis Guita
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O Presidente dos Estados Unidos defendeu a resposta da sua administração à devastação provocada pelo furacão Maria em Porto Rico. A Presidente da Câmara de São João, capital da ilha, acusou o governo norte-americano de estar "a matar” os ilhéus com a sua ineficiência.

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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu, sexta-feira, a resposta da sua administração à devastação provocada pelo furacão Maria em Porto Rico.

O furacão, que chegou ao território norte-americano como a mais forte tempestade a atingir a ilha em quase 90 anos, provocou 16 vítimas mortais, segundo as autoridades, mas o Centro de Jornalismo de Investigação diz que existem muitas dezenas de mortos.

“A perda de vidas é sempre trágica, mas tem sido incrível o balanço que tivemos no que diz respeito à perda de vidas. As pessoas não conseguem acreditar o quão bem-sucedida tem sido a resposta, relativamente falando,” declarou Donald Trump.

O furacão Maria criou uma crise em termos humanos, destruiu a rede elétrica da ilha e provocou grande escassez de água potável e de transportes.

A Presidente da Câmara de São João, capital de Porto Rico, Carmen Yulin Cruz, acusou o governo norte-americano de estar “a matar” os ilhéus com a sua ineficiência.

“Estamos a morrer. Não consigo conceber a ideia de que a maior nação do mundo não consegue estruturar a logística para uma pequena ilha com a dimensão de 160 quilómetros por 35,” afirmou Carmen Yulin Cruz.

Após a tempestade, milhares de pessoas tentam deixar Porto Rico, alguns temporariamente e outros talvez para sempre.

A ilha regista a maior percentagem de quebra de população de qualquer Estado ou território dos Estados Unidos desde 2010. Luta com uma taxa de pobreza de 45%, uma dívida pública incapacitante e uma taxa de desemprego que é quase o dobro da média dos EUA.

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