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"Tiroteios em escolas tornaram-se parte do quotidiano"

"Tiroteios em escolas tornaram-se parte do quotidiano"
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De acordo com a organização de controlo de armas EVERYTOWN FOR GUN SAFETY, só este ano tiveram lugar 18 incidentes deste tipo.

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Estudantes de braços no ar escoltados para fora de uma escola. Os nomes de Columbine e Sandy Hook vêm à memória. Agora, a tragédia chama-se Parkland.

De acordo com a organização de controlo de armas EVERYTOWN FOR GUN SAFETY, só este ano tiveram lugar 18 incidentes deste tipo nos Estados Unidos.

Missy Jenkins foi atingida por disparos durante um tiroteio numa escola do Kentucky em 1997. Hoje ela é conselheira numa escola.

"Eu e os estudantes com quem trabalho chegámos a um ponto em que os tiroteios em escolas se tornaram algo normal - e isso não era assim... é assustador ver o quão normal se tornou" afirma Missy Jenkins Smith.

Ava Olsen, de oito anos de idade, refere-se ao dia 28 de setembro de 2016 como "o dia mau". Foi nesse dia que perdeu o seu melhor amigo Jacob.

Foi por isso que escreveu uma carta ao presidente.

"Eu vi e ouvi tudo o que se passou e fiquei muito assustada. Eu amava-o e um dia íamos casar. Odeio armas, arruinaram a minha vida e mataram o meu melhor amigo. Não quero que isso aconteça de novo", afirma.

Em dezembro, ela recebeu uma resposta do presidente Trump.

"Obrigado pela sua carta. É preciso coragem para partilhar esta história comigo".

Uma história que infelizmente se tornou em algo muito familiar... é apenas mais um "dia mau".

NBC/João Ferreira

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