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O paralelo com o caso Litvinenko

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Direitos de autor REUTERS/Peter Nicholls
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A Euronews falou com Mario Scaramella, especialista em serviços secretos e próximo de Alexander Litvinenko, assassinado com polónio radiativo.

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O Reino Unido reforçou a investigação à tentativa de homicídio de Sergei Skripal e acredita que o antigo espião foi envenenado em casa.

Sobre este caso, a Euronews falou com Mario Scaramella, especialista em serviços secretos e próximo de Alexander Litvinenko, assassinado com polónio radiativo:

"O caso Litvinenko, que foi uma situação muito complicada, é como um parâmetro porque o uso de uma mistura de substâncias, entre elas o polónio 210 é muito raro. É preciso ter acesso a uma central nuclear para produzir essa mistura e, obviamente, o uso deste tipo de armas é muito complicado e muito restrito, tendo em conta o controlo deste material. Por esta razão, foi fácil identificar a responsabilidade do Estado Russo. Com o sarin e com o gás nervoso situação é diferente. Este tipo de veneno não é tão difícil de encontrar.

Claro que o que é especial é o uso deste tipo de armas: tecnicamente, estamos a falar do uso de armas químicas de destruição em massa. O que significa que, alguém em nome da Rússia está a fazer um ataque terrorista, em solo britânico, com armas de destruição em massa. Esta é uma ameaça tão forte que, mais uma vez, só a um nível superior é possível tomar este tipo de decisões.

Assim: temos o mesmo nível político mas diferenças a nível técnico."

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