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Arménios querem mais empregos e menos corrupção

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Arménios querem mais empregos e menos corrupção

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Os arménios aproveitam a trégua de dois dias das manifestações promovida pela oposição. Erevan, a capital, volta ao ritmo normal após duas semanas de protestos ininterruptos contra o antigo primeiro-ministro Serzh Sarksyan.

Mayarpi e Gevorg são jovens músicos e tentam perceber o que motiva esta insatisfação social e consequente crise política.

Mayarpi conta que "a sociedade está a mudar. Os jovens sonham com uma vida diferente. Estamos determinados a mudar as nossas vidas. Precisamos de empregos, justiça e não de corrupção. Queremos ficar no país, temos fé em nós e vamos conseguir."

"Eles deixaram o país porque não conseguiram arranjar emprego aqui. Eles estudaram muitos anos, talvez entre 7 a 9 anos, mas ainda assim não conseguiram encontrar um emprego”, afirma uma jovem artesã.

Esta calma parece ter as horas contadas. A oposição, liderada por Nikol Pashynian, prometeu voltar às ruas ainda este domingo.

"Corrupção e uma taxa elevada de desemprego. São estas as razões apontadas pela maioria das pessoas quando perguntamos o que está por detrás desta agitação social. Além de batalhas políticas e líderes ambiciosos, uma grande parte da sociedade arménia sente-se negligenciada e excluída / vive à margem e isso é algo que as pessoas não podem mais suportar", relata o enviado da euronews a Erevan, Apostolos Staikos.