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Grupo de Lima exige suspensão de presidenciais na Venezuela

Grupo de Lima exige suspensão de presidenciais na Venezuela
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REUTERS/Edgard Garrido
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Denunciando a radicalização do governo de Nicolás Maduro, o Grupo de Lima exigiu a suspensão da eleição presidencial na Venezuela, agendada para o próximo domingo.

Reunida na Cidade do México, a aliança de 14 países das Américas e das Caraíbas, condenou o "regime autoritário" de Caracas, que diz ter violado a "instituição democrática, o Estado de Direito e o respeito pelos Direitos Humanos".

Os chefes da diplomacia do Peru e do Canadá estiveram entre as vozes mais críticas.

Néstor Popolizio, ministro peruano dos Negócios Estrangeiros:

"Ao realizar eleições que não são justas, transparentes ou livres, que não contam com a participação de todos os membros da oposição e com presos políticos, a Venezuela não tem definitivamente as condições ou garantias democráticas que nós apoiamos. De todas formas, o que temos aqui não é apenas um regime autoritário, mas a proliferação de uma ditadura na Venezuela."

Chrystia Freeland, ministra canadiana dos Negócios Estrangeiros:

"A má gestão económica crónica do regime de Maduro esbanjou o enorme potencial da Venezuela para a prosperidade."

Grande favorito à reeleição, o presidente venezuelano atacou esta segunda-feira o homólogo colombiano que, um dia antes da reunião do Grupo de Lima, tinha já afirmado que não reconhecerá o escrutínio no país vizinho.

Uma eleição boicotada pela coligação opositora Mesa da Unidade Democrática, que qualifica o processo de "espetáculo fraudulento".

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