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Sanções são para manter na Venezuela apesar de libertação de preso americano

Sanções são para manter na Venezuela apesar de libertação de preso americano
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De  Pedro Sacadura com Reuters, AFP
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Ao chegar a solo norte-americano, Joshua Holt rumou à Casa Branca onde foi recebido pelo Presidente Donald Trump

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A libertação de Joshua Holt, preso na Venezuela desde 2016 por alegado armazenamento de armas, não representa um alívio das sanções. O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, sublinhou que são para manter ainda que um porta-voz do regime de Nicolás Maduro tenha falado num "gesto" para melhorar o diálogo entre os dois países.

Joshua Holt, um mórmon do estado do Utah, e a mulher Thamy Candelo, uma venezuelana que conheceu pela Internet, chegaram este sábado a Washington. A acompanhá-los estava o senador Bob Corker, que negociou a libertação.

Holt foi depois recebido na Casa Branca por Donald Trump que saudou o desfecho e elogiou a "coragem" do cidadão norte-americano.

Em 2016, Joshua Holt rumou à Venezuela para se casar com outra mórmon. O casal acabou por ser detido no apartamento da família da mulher. Desde então, o norte-americano esteve detido numa prisão em Caracas.

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