EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Enfermeiro alemão matou mais de cem pessoas

Enfermeiro alemão matou mais de cem pessoas
Direitos de autor 
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

O ex-enfermeiro alemão, Niels Hoegel, que já tinha sido condenado a prisão perpétua, confessou em tribunal ter matado mais de cem pacientes das clínicas onde trabalhou.

PUBLICIDADE

O antigo enfermeiro alemão, Niels Hoegel, condenado já por dois assassinatos e três tentativas, confessou em tribunal que matou mais de cem pessoas.

É o maior julgamento de um assassino em série na Alemanha desde os julgamentos da Segunda Guerra Mundial.

A advogada que representa as famílias das vítimas diz: "Também queremos esclarecimentos sobre o contexto dos eventos, como a responsabilidade de colegas e funcionários do hospital, mesmo que haja um julgamento separado para isso".

Frank Brinkers, cujo pai foi assassinado por Hoegel, afirma: "O que espero sobretudo são explicações e que este homem receba a punição justa, se isso existe. Espero também que, finalmente, possamos ultrapassar isto".

Os crimes de Höegel começaram a ser descobertos em 2005, quando foi surpreendido por uma colega de trabalho a envenenar um paciente.

Segundo disse ao tribunal, entre 2003 e 2005, injetava todo o tipo de produtos nos pacientes para ver as reações e tentar reanimá-los e, quando os pacientes morriam, ficava deprimido e prometia não voltar a provocar mortes, mas recomeçava.  Confessou que agia assim por andar aborrecido e querer provar aos colegas que era melhor do que eles.

Depois de uma condenação a prisão perpétua, pelos primeiros crimes descobertos, as autoridades judiciais decidiram prosseguir as investigações, tendo mesmo exumado corpos dos pacientes.

Conseguiram provar o envolvimento de Hoegel na morte de 70 pacientes na clínica de Delmeshorst, onde trabalhava e em mais cerca de 3 dezenas numa outra clínica, em Oldenburg, onde tinha trabalhado anteriormente.

As vítimas tinham entre 34 e 96 anos e terão recebido sobredosagens de substâncias que provocam alterações da circulação e do ritmo cardíaco, como  Ajmalin, Sotalol e Lidocaína, entre outras.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Christiania, em Copenhaga, quer renascer sem haxixe

Trump paga 175 milhões de dólares para evitar apreensão de bens em caso de fraude

Reféns em discoteca neerlandesa libertados. Suspeito detido pela polícia