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Nissan deplora comportamento "inaceitável" de Ghosn

Nissan deplora comportamento "inaceitável" de Ghosn
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Não demorou muito tempo até a Nissan reagir à detenção de Carlos Ghosn. Aliás, o diretor executivo do construtor automóvel, Hiroto Saikawa, declarou prontamente que o poder estava demasiado concentrado numa só pessoa.

"É óbvio que, para a companhia, tudo isto é totalmente inaceitável. O que os especialistas jurídicos nos disseram é que as ações identificadas são suficientemente graves para o afastarmos de funções", apontou Saikawa.

Ao que tudo indica, a Nissan já terá optado mesmo pela demissão, mas só na quinta-feira é que anuncia a decisão final.

Ghosn foi detido em Tóquio, após um interrogatório das autoridades nipónicas. O patrão da Renault-Nissan é suspeito de fraude fiscal, desvio de fundos e apropriação de bens para usufruto pessoal.

A procuradoria japonesa alega que, pelo menos durante 5 anos, o diretor do grupo declarou ao fisco apenas metade dos prémios recebidos, cerca de 40 milhões de euros.

Durante a tarde, as ações da Renault estiveram a cair perto de 10%.

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