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Os desafios da COP24

Os desafios da COP24
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Depois de Paris a corrida continua a ser contra o tempo no caminho para controlar as alterações climáticas. Um relatório das Nações Unidas, relativo a 2017, dava conta, esta semana, de que as emissões de dióxido de carbono aumentaram, pela primeira vez, em quatro anos. Isto significa que a temperatura global pode vir a aumentar mais do que o esperado se nada for feito. 2018 foi já o quarto ano mais quente de que há registo:

"2018 está a ser um dos anos mais quente de que há registo. Em todos os últimos quatro anos foram batidos recordes, vivemos os quatro dos anos mais quentes desde 1850... Por isso, a mensagem principal da comunidade científica é que é urgente implementar o acordo de Paris", explica Petteri Taalas, Secretário-geral da Organização Mundial de Meteorologia.

A Europa não fica bem na fotografia, mas a carapuça não ser apenas aos países membros da UE, como adianta Stéphane Dujarric, porta-voz do Secretário-geral da ONU:

"O relatório adverte que o ritmo atual, da ação ao nível internacional, é insuficiente para atingir as metas de Paris e concluiu que as nações devem triplicar seus esforços".

Mais um desafio que estará em cima da mesa da COP 24 que arranca segunda-feira na Polónia. Líderes mundiais reúnem-se em Katowice para tentar chegar a acordo em relação a um dos maiores problemas da Humanidade:

"Quem olha de fora pode pensar que é uma tarefa impossível, conseguir o acordo entre 196 países, e eu aceito a tarefa com humildade", refere Michal Kurtyka, Presidente da COP24 e vice-ministro do Ambiente polaco.

A cimeira sobre alterações climáticas decorre no local onde foi encerrada uma mina polaca, em 1999, após 176 anos de produção de carvão.

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