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Barragens no limite podem agravar cheias em Moçambique

Barragens no limite podem agravar cheias em Moçambique
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O número de vítimas mortais em Moçambique não para de aumentar. O último balanço oficial do governo dá conta de mais de 440 mortos. Nos três países atingidos pelo Idai o levantamento ultrapassa as sete centenas.

A realidade dos estragos provocados vai surgindo progressivamente. Ao ciclone, que irrompeu pela região da Beira com ventos de mais de 170 quilómetros por hora antes de avançar para o Zimbabué e Malawi, seguiram-se cheias que ainda podem agravar-se, uma vez que barragens como a de Cabora Bassa estão perto dos limites máximos.

Maputo declara que, pelo menos, meio milhão de moçambicanos foi diretamente atingido por esta catástrofe e que há mais de cem mil desalojados nos campos de acolhimento.

Muitos milhares de habitantes, um número que não é possível calcular, precisam de ajuda urgente, sendo que se estima que haverá ainda pessoas isoladas e refugiadas em telhados, à espera que o nível das águas desça.