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ONU adia conferência na Líbia

ONU adia conferência na Líbia
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A escalada de violência na Líbia sobe de tom à medida que as forças rebeldes do autointitulado Exército Nacional da Líbia (LNA) encontram resistência das tropas do Governo de Acordo Nacional, às portas de Tripoli. O conflito não dá sinais de abrandamento e levou a Organização das Nações Unidas (ONU) a adiar a conferência nacional onde pretendia reunir, a partir de domingo, as fações em confronto.

O encontro tinha sido anunciado pela Missão de Apoio das Nações Unidas na Líbia (UNSMIL) em meados de março.

De acordo com a ONU, os confrontos com o LNA já provocaram quase meia centena de mortos e cerca de 3400 deslocados desde a passada quinta-feira.

A ofensiva das forças lideradas pelo marechal Khalifa Haftar para tomar a capital do país tem obrigado as agências da ONU a transferir dezenas de pessoas de Tripoli para locais mais seguros.

Uma operação dificultada pela quantidade de migrantes e refugiados africanos que fazem da Líbia o canal de passagem para a Europa.

A Líbia vive num caos político protagonizado por violentos grupos armados, desde a deposição de Muammar Kadhafi, apoiada pela NATO, em 2011.

O ministro dos Negócios Estrangeiros líbio apelou já ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que intervenha no combate e trave a ofensiva de Khalifa Haftar.