A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.
Última hora

NBA e FIBA apostam no basquetebol em África

NBA e FIBA apostam no basquetebol em África
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

A Liga norte-americana de basquetebol (NBA) e a Federação Internacional de Basquetebol (FIBA) juntaram esforços para apostar numa liga profissional em África, que promete expandir os horizontes da modalidade a partir do próximo ano.

A parceria prevê apoios financeiros, mas também formação para jogadores, treinadores e árbitros.

Com a participação de 12 equipas de vários países, a prova assinala uma aposta inédita da NBA fora dos Estados Unidos e conta com o apoio da antiga estrela dos Atlanta Hawks, Dikembe Mutombo, também ele oriundo do continente africano.

"A liga africana de basquetebol vai começar em Janeiro de 2020, aqui no continente africano. Vai ser incrível. A liga começará com 12 equipas e cada equipa terá jogadores locais e estrangeiros", declarou o ex-basquetebolista e agora embaixador da nova competição à euronews.

A 'jogada' da NBA, em parceria com a FIBA, é também um reconhecimento da influência cada vez maior de jogadores africanos na liga norte-americana.

Estrelas como o camaronês Joel Embiid ou o grego de origem nigeriana Giannis Antetokoumpo afirmaram-se no mais importante campeonato de basquetebol do mundo e são agora referências para África.

"Esta nova competição vai trazer mais qualidade e mais desenvolvimento ao basquetebol. Acreditamos que com este formato de competição teremos melhores treinadores, clínicas e um maior nível de treino", observa o vice-presidente da FIBA, Annibal Manave.

Os clubes participantes são definidos no final do ano, através de torneios de qualificação, mas está já confirmada a presença dos campeões de Angola, Nigéria, Egito, Marrocos, Tunísia e Senegal.