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Um G20 com os microfones apontados aos encontros paralelos

Foto de família da cimeira de líderes a decorrer em Osaca, no Japão
Foto de família da cimeira de líderes a decorrer em Osaca, no Japão -
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REUTERS/Kevin Lamarque
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Donald Trump e os respetivos encontros bilaterais estiveram em destaque no primeiro dia da cimeira de líderes das 20 maiores economias do mundo (G20), a decorrer em Osaca, no Japão.

O presidente dos Estados Unidos tem-se colocado no centro dos maiores atritos diplomáticos à escala mundial e os encontros bilaterais que tem vindo a manter estão a ser seguidos com muito mais atenção do que a própria cimeira porque poderão ter um efeito muito mais direto e significativo na economia mundial.

O agravamento do conflito com o Irão é a mais recente acha numa fogueira diplomática internacional onde Trump tem sido um dos maiores focos de instabilidade e onde também cabem a questão migratória na fronteira com o México, o atrito israelo-palestiniano e o protecionismo comercial americano.

O assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi também devera estar a ser tema de conversa pelo menos nos corredores da cimeira.

O príncipe herdeiro Mohammed bin Salman representa a Arábia Saudita neste G20 após ter sido uma vez mais apontado na ONU como suspeito de ter sido o mandante do homicídio cometido em outubro no consulado saudita em Istambul, na Turquia.

O primeiro dia desta cimeira do G20 fechou com um jantar de gala e um brinde ao sucesso conduzido pelo primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe.

Para o segundo dia, a grande expectativa centra-se no encontro bilateral entre Donald Trump e Xi Jinping e nos efeitos dessa conversa entre os líderes dos Estados Unidos e da China na guerra comercial que tem vindo a assustar os mercados à escala global.