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ANTRAM recusa negociar enquanto durar a greve

Pardal Henriques (C), fala aos elementos do piquete de greve. ANTÓNIO COTRIM/LUSA
Pardal Henriques (C), fala aos elementos do piquete de greve. ANTÓNIO COTRIM/LUSA -
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A crise energética está para durar e Portugal continua sem ultrapassar a greve dos motoristas de matérias perigosas e de mercadorias. Apesar dos grevistas terem desafiado o patronato para uma reunião esta quinta-feira, a ANTRAM deixou claro que não poderia "reunir com a espada na cabeça" e mostrou-se disposta a negociar com o sindicato "mas não sob a ameaça de greve".

A tomada de posição surgiu pouco depois de ter chegado a acordo com a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações, num gesto elogiado pelo governo mas criticado pelo representante dos motoristas. Pedro Pardal Henriques foi claro ao afirmar que não aceitariam um acordo assinado à revelia dos seus associados.

O porta-voz dos grevistas esteve no centro das atenções esta quarta-feira depois do jornal Público ter revelado que se encontrava a ser investigado por burla, a Procuradoria-Geral da República já confirmou a existência de um inquérito. Um pormenor à parte numa guerra que ameaça deixar o país sem combustível e que não tem fim à vista.