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África Austral aposta na Industrialização

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Sob o lema "Desenvolvimento Industrial Inclusivo e Sustentável da região", a 39.ª Cimeira Ordinária de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) reuniu este fim de semana em Dar es Salam capital da Tanzânia os 16 chefes de estado dos países membros.

Foram analisados os constrangimentos, desafios e a questão financiamento para a implementação da estratégia e o roteiro para a industrialização da região. Os chefes de estados foram unânimes: só a industrialização e reintegração poderão criar empregos e melhorar as condições de vida nas comunidades.

Durante a cimeira, foi feita a passagem de pastas da presidência rotativa da organização regional de Hage Geingob presidente da Namíbia para o Presidente tanzaniano, John Magufuli, que já definiu as linhas mestras do mandato, entre elas a preservação da paz e a promoção do processo de industrialização na SADC.

O Presidente da República da Tanzânia destacou igualmente os avanços registados na região para o reforço da democracia, com a realização de eleições em alguns países membros.

Durante a sua intervenção, o novo presidente da SADC fez um apelo à comunidade internacional no sentido de levantar as sanções económicas ao Zimbabué.

John Magufuli considera que as sanções já não fazem sentido, uma vez que o Zimbabué abriu um novo capítulo da sua história e que a SADC deve ter uma só voz em relação ao levantamento das sanções ao país.

Criada a 17 de agosto de 1992, em Windhoek, Namíbia, a SADC tem como principal objetivo promover o crescimento e desenvolvimento económico e sustentável e integrado da região.

Fazem parte da referida organização Angola, Moçambique, África do Sul, Botsuana, Eswatini (antiga Suazilândia), República Democrática do Congo, Lesoto, Madagáscar, Malawi, Maurícia, Namíbia, Seychelles, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabué.

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