A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.
Última hora

Otimismo domina cimeira do G7

Otimismo domina cimeira do G7
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

A cimeira do G7, em Biarritz, terminou com grande otimismo. Donald Trump mostrou disponibilidade para se encontrar com o presidente iraniano, Hassan Rouhani, para renegociar acordo nuclear. Presidente norte-americano disse, ainda, que renegociação com a China sobre acordo comercial está para breve.

O relato do jornalista da euronews Darren McCaffrey:

"Penso que houve um certo nervosismo aqui em França pelo facto de a cimeira poder acabar por ser o desastre do ano passado no Canadá, mas, pelo menos nesta fase, parece que o Presidente Macron reavivou o desejo de diplomacia nas Américas. Encontrou um Donald Trump muito otimista e, ao mesmo tempo, reacendeu esse compromisso entre ele próprio e o Presidente dos Estados Unidos. Em última análise, a maior e mais significativa ação foi, aparentemente, sobre o Irão com a possibilidade agora do presidente Trump se encontrar com o presidente Rouhani nas próximas semanas, potencialmente em Nova Iorque, para tentar aliviar as tensões em torno do acordo nuclear iraniano. (...) Também um ponto otimista sobre a China e a possibilidade de se fazer um acordo para acabar com a guerra comercial, que temos visto entre as duas maiores economias. Isso não quer dizer que houve acordo em todas as questões, em especial sobre as mudanças climáticas. O presidente Trump ausentou-se da sala, quando o G7 decidiu dar recursos extras ao Brasil para combater os incêndios florestais na Amazónia. Mas, por enquanto, penso que o anfitrião francês Emmanuel Macron ficará muito satisfeito com esta cimeira do G7. A grande questão é: será apenas otimismo ou será que vai tornar-se realidade nas próximas semanas?"