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Nomeados controversos para o executivo europeu

Nomeados controversos para o executivo europeu
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A lista de nomeados para a Comissão Europeia inclui alguns nomes envoltos em controvérsia. O ex-ministro da Justiça da Hungria, Laszlo Trocsany (entre 2014 e meados de 2019), implementou leis que poderão violar o princípio do Estado de direito e valores da União Europeia, tal como a famosa Lei Soros (contra organizações não-governamentais).

A nomeada pela França, Sylvie Goulard, devolveu 45 mil euros ao Parlamento Europeu após uma investigação sobre o uso indevido de verbas para pagar assistentes quando era eurodeputada (2009-2017). Quando o caso foi conhecido, em meados de 2017, Goulard apresentou demissão do cargo de ministra da Defesa, onde só esteve um mês.

O espanhol Josep Borrell teve de renunciar à presidência do Instituto Universitário Europeu devido a alegações de conflito de interesses. O nomeado para chefiar a diplomacia da União Europeia é conhecido por linguagem "pouco diplomática", nomeadamente sobre a crise independentista da Catalunha, de onde é natural.

Outro caso que poderá ser problemático nas audições no Parlamento Europeu, no final de setembro, é o da recém-eleita eurodeputada romena Rovana Plumb. Em 2017, a política era membro do governo e viu-se envolvida num escândalo de corrupção, envolvendo a concessão de uma ilha no rio Danúbio a empresas privadas.

O candidato polaco Janusz Wojciechowski é agora membro do Tribunal de Contas Europeu, mas está a ser alvo de uma investigação do Organismo Europeu de Luta Antifraude, soube-se na semana passada. Em causa estão alegadas irregularidades com o reembolso de despesas de viagem quando era eurodeputado.

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