Última hora
This content is not available in your region

Oristano já sofre na pele os efeitos das alterações climáticas

Oristano já sofre na pele os efeitos das alterações climáticas
Tamanho do texto Aa Aa

A ameaça é real e irá afetar a vida de milhões de pessoas até 2100. A subida do nível das águas do mar irá obrigar o homem a adaptar-se a novas condições de vida e trabalho. Em Oristano, na ilha italiana da Sardenha, vivem cerca de 35 mil pessoas e a confirmarem-se as expectativas da comunidade científica, no final do século a localidade estará parcialmente submersa.

No entanto não é preciso esperar tanto tempo para ver a natureza em ação, os efeitos das alterações climáticas já se fazem sentir. O delicado equilíbrio das zonas húmidas foi ignorado para fazer face às necessidades da espécie humana. De acordo com o Observatório do Mediterrâneo, 48% das zonas húmidas mediterrânicas desapareceram desde 1970.

A pesca tradicional há muito deu lugar à aquacultura, mesmo assim o sucesso está longe de estar garantido. A captura de peixe é cada vez menor e os últimos anos têm sido desastrosos, seja pelos fenómenos meteorológicos extremos, seja pela proliferação de espécies invasoras.

As soluções possíveis para salvar a região têm sido dadas pelo projeto Maristanis, que tem identificadas mais de 400 zonas húmidas em perigo na bacia do Mediterrâneo, das quais mais de três dezenas em Portugal.

A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.