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Rebelião nas forças policiais bolivianas

Rebelião nas forças policiais bolivianas
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"Vamos estar com o povo e não com os generais." Foi este o mote para a rebelião de três unidades policiais nas cidades bolivianas de Cochabamba, Sucre e Santa Cruz. Os agentes de segurança recusaram-se a cumprir as ordens de reprimir as manifestações contra Evo Morales.

O presidente boliviano queixa-se de uma tentativa de golpe de estado e garante que apesar da direita exigir a sua renúncia, não o irá fazer uma vez que foi eleito pelo povo e respeita a constituição.

Os protestos tiveram início após as eleições de 20 de outubro. Apesar de não ter conseguido 50% dos votos, Morales foi eleito para um quarto mandato consecutivo por ter uma vantagem superior a dez pontos percentuais para o segundo classificado.

A oposição queixa-se de fraude eleitoral e exige um novo escrutínio. As manifestações têm crescido de intensidade e esta semana em Cochabamba os confrontos com as forças de autoridade provocaram um morto e várias dezenas de feridos. Foi nesta cidade que teve início o motim da polícia que deixou Morales cada vez mais sozinho.

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