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Sete homens condenados pela morte da ativista ambiental Berta Cáceres

Sete homens condenados pela morte da ativista ambiental Berta Cáceres
Direitos de autor  REUTERS/Jorge Cabrera
Direitos de autor  REUTERS/Jorge Cabrera
De  Ana Serapicos
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A ativista das Honduras foi encontrada morta na própria casa em 2016

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Nas Honduras, sete homens foram condenados pelo homicídio de Berta Cáceres, uma ativista ambiental assassinada em 2016. 

O tribunal condenou cinco dos homens a 50 anos de prisão, e outros dois a 30 anos. Os sete homens tem agora 20 dias para recorrer à setença, segundo a lei das Honduras. 

"O rio é como sangue que corre nas veias deles. É injusto. Não é apenas injusto, é um crime atacar um rio que tem vida, que tem espíritos"
Berta Cáceres
Ativista ambiental morta em 2016

À porta do tribunal, a filha de Berta, Olivia Zuniga, disse aos jornalistas que o "caminho pela justiça não termina aqui", e que a "impunidade não se vai romper com uma sentença". 

Berta Cáceres, ativista ambiental desde o início da década de 90, ficou conhecida no país depois de motivar a interrupção de um projeto para a construção de uma central hidrolétrica, em 2006. Alegou que a construção da central causaria perturbações no abastecimento de águas, na produção de alimentos e influenciaria a vida das comunidades indígenas, as quais não foram consultadas pela empresa que criou o projeto. 

"O rio é como sangue que corre nas veias deles. É injusto. Não é apenas injusto, é um crime atacar um rio que tem vida, que tem espíritos", disse Cáceres, sobre o projeto da central. 

Berta Cáceres foi morta a tiro, na própria casa, na cidade de La Esperanza, em 2016.

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