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França não quer abrir mão de quadro de Cimabué

França não quer abrir mão de quadro de Cimabué
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AP Photo/Michel Euler
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A curiosa história do "Cristo ridicularizado", de Cimabué, está longe de ter terminado. A França não pretende abrir mão desta obra prima do Renascentismo italiano e bloqueou a sua exportação para o Chile, decretando o quadro com Tesouro Nacional.

Encontrado na cozinha de uma senhora idosa de Compiègne, cidade a norte de Paris, a pintura efetuada pelo artista florentino no século XIII bateu todos os recordes em leilão, sendo vendida por 24 milhões de euros a um casal de colecionadores chilenos, no fim de outubro.

Mas o Ministério francês da Cultura decidiu agora recusar o certificado de exportação da obra, "na sequência do parecer da Comissão Consultiva dos Tesouros Nacionais". O Estado francês dispõe agora de um período de trinta meses para fazer uma oferta de compra, "tendo em conta os preços praticados no mercado internacional", como dita o código do património.

Mas a história do pequeno quadro tem também outra reviravolta: a idosa faleceu pouco depois do leilão e os herdeiros são confrontados, agora, ao pagamento de 9 milhões de euros em direitos de sucessão.

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