Última hora
This content is not available in your region

Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre combates no Donbass

euronews_icons_loading
Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre combates no Donbass
Direitos de autor  RU-RTR Russian Television via AP
Tamanho do texto Aa Aa

Rússia e Ucrânia trocaram acusações num encontro do Conselho de Segurança da ONU esta terça-feira, depois de uma nova escalada nos combates na região do Donbass.

O Exército ucraniano afirmou que separatistas pró-russos tentaram avançar sobre o território controlado por Kiev. Os combates saldaram-se na morte de um soldado ucraniano e outros cinco feridos.

Muitos de vocês falam da situação devastadora dos residentes de Donbass, recusando ao mesmo tempo reconhecer a responsabilidade de Kiev que, ao conduzir uma guerra contra a sua própria população, impôs um bloqueio económico e ao transporte de alimentos para Donbass. Cada dia, desde há cinco anos, morrem pessoas devido aos bombardeios.
Vasily Alekseevich Nebenzya
representante permanente da Rússia na ONU

Os combates - os mais violentos dos últimos anos - coincidem com o quinto aniversário da assinatura dos acordos de Minsk, destinados a obter a paz no leste da Ucrânia.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky denunciou uma "provocação cínica" da Rússia e "uma tentativa para fazer falhar o processo de paz".

Tal como antes, a Rússia tenta apresentar a vítima desta agressão como a responsável, o que é uma das características da sua guerra de informação contra a Ucrânia. Estas tentativas fúteis de distorcer a realidade podem ser vistas como patéticas e até ridículas, se não fossem um insulto cínico à memória dos milhares de compatriotas que perderam a vida a defender o nosso território.
Sergiy Kyslytsia
vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia

Até aos episódios de violência desta terça-feira, as tensões no Leste da Ucrânia tinham-se tornado raras desde que o diálogo tinha sido retomado no formato da Normandia, com a França e Alemanha como mediadores, no fim de 2019, depois de uma interrupção de três anos.

A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.