França lidera ranking de igualdade no trabalho

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Suécia destaca-se na paridade em quadros superiores e intermédios.

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As jornadas internacionais costumam trazer balanços. E, no Dia da Mulher, surge oportunamente um estudo sobre a igualdade no local de trabalho na Europa. No caso, um relatório da Equileap visou 255 grandes companhias de dez países - Portugal não estava incluído - e é a França que leva a melhor, em termos de igualdade salarial, licenças de maternidade e paternidade, e mulheres no topo da hierarquia. Logo a seguir vêm Suécia, Espanha, Alemanha e Itália.

A secretária de Estado francesa para a Igualdade, Marlène Schiappa, salienta que "o pior erro agora seria considerar que a França se tornou num país totalmente equitativo e que foram atingidos todos os objetivos. Mas também seria um erro focar só os problemas", acrescenta.

O indicador francês mais flagrante é o de mulheres nos conselhos de administração, sendo que a Suécia destaca-se nos índices dos quadros superiores e intermédios. De acordo com o estudo, o caso francês tem diretamente a ver com um sistema de quotas implementado em 2011.

Para Marlène Schiappa, "as quotas são uma boa ideia. Os números mostram que sem este sistema, não há paridade. Quando afirmam que só as competências é que contam, isso costuma significar que o lugar vai para um homem".

O caminho faz-se andando: ainda no ano passado, a presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho em Portugal afirmava que as mulheres portuguesas tinham de trabalhar mais 54 dias por ano para alcançarem os rendimentos dos homens.

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