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EUA lideram número de casos de COVID-19

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US Virus Outbreak Iowa
US Virus Outbreak Iowa   -   Direitos de autor  Charlie Neibergall/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved.
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O surto mundial de COVID-19 tem um novo ponto quente: Os Estados Unidos. Apesar de Donald Trump querer os serviços a reabrir o mais depressa possível, o país é agora aquele com maior número de casos em todo o mundo, ultrapassando a China - mais de 85.000. O Estado e a cidade de Nova Iorque estão no centro desta explosão do número de casos. Morreram já, no país, 1300 pessoas.

Desde que começou, a pandemia atingiu mais de meio milhão de pessoas em todo o mundo.

Em termos de mortes causadas pela doença, a Itália tem mais de 8200 e a Espanha mais de 4100. Em cada um destes dois países, só esta quinta-feira morreram mais de 700 pessoas. Na China, onde o surto nasceu e onde a situação está estável, morreram mais de 3200 pessoas.

Itália

A Itália, país da Europa a viver há mais tempo em confinamento, está a ser o mais martirizado, em particular a Lombardia, no norte do país. Os serviços médicos estão à beira do esgotamento. Os números de novos casos e novas mortes tiveram uma subida sustentada até há uma semana. Agora, têm vindo a oscilar.

Espanha

Já em Espanha, onde os números diários ultrapassam já a Itália, a curva parece continuar a subir e as medidas de confinamento, menos rígidas que em Itália, ainda não começaram a mostrar resultados. O governo está debaixo de críticas depois da notícia de que um pacote de milhares de testes rápidos ao vírus, comprado à China, tem uma eficácia de apenas 30 por cento.

França

Depois de Itália e Espanha, França é o país europeu com maior número de mortes - 1696, segundo os dados publicados ao final do dia de quinta-feira. O número diário de mortes foi o maior de sempre - 365.

China

Na China, onde tudo começou, o pior parece estar para trás. Apesar de o número de novas infeções e novas mortes ser agora muito reduzido, em comparação com o pico atingido há cerca de um mês, o governo decidiu fechar a fronteira a partir de sábado, para prevenir um novo surto, desta vez vindo de fora do país.