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Na crista da epidemia de Covid-19 mas com menos pessoas nas UCI

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Na crista da epidemia de Covid-19 mas com menos pessoas nas UCI
Direitos de autor  AP/Claudio Furlan/LaPresse
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Itália está ainda em agonia na crista da onda da tragédia provocada pela pandemia de Covid-19, mas destaca-se agora o alívio nas Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) com dezenas de pessoas a deixarem de precisar desse nível de ajuda.

A situação mantém-se em ritmo de abrandamento, mas continua a somar centenas de mortes e milhares de infetados no balanço diário de casos no país mais ferido por este novo coronavírus.

O aumento de pessoas hospitalizadas, ainda que mínimo, não permite aos italianos entrarem na desejada curva descendente da epidemia.

De acordo com a atualização desta segunda-feira, em Itália morreram mais 636 pessoas infetadas pelo SARS-CoV-2 desde domingo e há mais 3599 infeções registadas.

Há ainda a lamentar a morte de mais dois médicos em Itália infetados pelo novo coronavírus, elevando o total de óbitos entre profissionais de saúde no país para os 89 no âmbito da pandemia.

As autoridades revelaram o aumento de mais 1.941 doentes com testes positivos, salientando, no entanto, uma redução nos testes efetuados (30.271) face aos dias anteriores.

A proporção entre os testes realizado e os casos identificados continua estável com um resultado positivo por cada 8,4 testes (11,8%).

Os dados mais animadores continuam a ser o número de pessoas recuperadas, mais 1.022 face a domingo, e a j1a referida descida dos pacientes a necessitar de cuidados intensivos, menos 79.

Olhando aos totais, Itália registou esta segunda-feira um total de 16.523 mortes associadas à Covid-19 e quase 23.000 pessoas recuperadas da doença.

O país tem ainda 3898 pacientes a necessitar de cuidados intensivos e 28.976 internados com sintomas (neste particular, há agora mais 27 hospitalizados que no domingo).

Na Lombardia, a região italiana mais afetada pela tragédia com mais de 50 mil infeções e 9.200 mortes confirmadas, regista uma redução no número de novos contágios, o que levou o assessor regional para a saúde, Giulio Gallera, a afirmar estar-se a assistir a "uma melhoria lenta, mas constante".