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Europa confiante no regresso a uma "normalidade"

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Europa confiante no regresso a uma "normalidade"
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Mais três semanas em confinamento no Reino Unido. O governo anunciou um prolongamento das medidas de restrição para travar a pandemia. É o país europeu com o maior número de novos óbitos em 24 horas.

O ministro das Relações Exteriores explicou porquê prolongar as restrições. "Já chegámos tão longe. Já perdemos tantas pessoas que nos são queridas, já sacrificámos tanto para afrouxarmos agora, especialmente quando agora começamos a ver que os nossos esforços estão a dar frutos. Existe uma luz ao fundo do tunel", adiantou o primeiro-ministro interino, que não deu qualquer indício de poderem ser levantadas as restrições a partir de 7 de maio.

Existe otimismo em França com o governo a acreditar que a epidemia encontra-se no "longo planalto" e que as mortes e contágios vão em breve cair. Na quinta-feira o número de pessoas hospitalizadas caiu pela segunda vez consecutiva.

Numa entrevista ao Financial Times, o Presidente Emmanuel Macron criticou a China. Acusou Pequim de não ter sido totalmente transparente e de ocultar dados sobre o início da pandemia.

Itália planeia começar a aliviar o confinamento a a partir do dia 3 de maio, mas apenas se for possível avançar com testes de imunidade em todo o país. O governo tenta estabelecer os critérios para permitir os testes e prepara uma aplicação de telemóvel que, em tempo real, acompanha os movimentos dos cidadãos infetados.