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Covid-19: Os números e as notícias de quinta-feira, 7 de maio

Covid-19 testing site in Spain
Covid-19 testing site in Spain   -   Direitos de autor  MARTIN BERNETTI/AFP or licensors
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Destaques do dia:

  • Portugal somou mais 16 mortes e já ultrapassou as 1100 vítimas desde o início da pandemia
  • Países da UE devem pedir investigação sobre a origem do novo coronavírus na assembleia anual da OMS
  • Áustria anuncia resultados encorajadores com tratamentos de plasma de doentes recuperados
  • Festivais de música em Portugal proibidos até 30 de setembro por causa da pandemia
  • OMS admite que mortes em África poderão chegar às 190 mil até ao fim do ano
  • Pandemia já fez mais de 267 mil mortos e infetou mais de 3,8 milhões de pessoas

21h15 (CET) Estado de Nova Iorque ultrapassa as 25 mil mortes

O estado de Nova Iorque já ultrapassou as 25.000 mortes em consequência da pandemia de covid-19, segundo dados fornecidos pela Universidade Johns Hopkins, apesar de o número de mortes por dia continuar numa trajetória de abrandamento.

O governador do estado, Andrew Cuomo, disse hoje que as mortes nas últimas horas foram de 231, marcando o sexto dia consecutivo de mortes abaixo de 300

21h00 (CET) Dinamarca reabre centros comerciais a partir de segunda-feira

Na Dinamarca, os centros comerciais poderão reabrir a partir de segunda-feira e os colégios e restaurantes a 18 de Maio, anunciaram esta quinta-feira as autoridades do país.

Esta reabertura é acompanhada por uma série de instruções sanitárias, nomeadamente o respeito de uma distância de dois metros entre as pessoas.

20h30 (CET) Países da UE podem propor investigação sobre origem do vírus

Os países da União Europeia poderão apresentar na assembleia anual da Organização Mundial da Saúde (OMS) uma resolução a propor uma investigação à origem do novo coronavírus responsável pela pandemia de covid-19.

“Dia 18 é a assembleia da OMS, e os Estados da UE vão apresentar uma proposta para analisar como se produziu e como se gerou” o novo coronavírus, disse o Alto Representante da UE para a Política Externa e de Segurança, Josep Borrell, citado pela EFE.

“Para mim é claro que necessitamos de dados mais sólidos e, quem sabe, uma entidade mais capaz de analisar situações de alerta como a que ocorreu […] Quanto mais informação científica válida seja possível obter sobre como [a pandemia] se produziu, mais nos ajudará a todos, e todo o mundo tem interesse em sabê-lo”, acrescentou.

20h00 (CET) França reporta mais 178 óbitos

França reportou hoje mais 178 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos para 25987, segundo a Direção-Geral da Saúde francesa.

Deste registo, 16.386 mortes ocorreram em hospitais e 9.601 em lares.

O país permanece o quarto mais afetado pela pandemia na Europa, atrás de Reino Unido, Itália e Espanha.

19h30 (CET) OMS acredita que vítimas em África podem chegar às 190 mil

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou hoje que a pandemia de covid-19 pode matar 190 mil pessoas em África até ao final do ano.

Segundo um estudo do departamento africano da OMS, divulgado hoje em Brazzaville, de “83 mil até 190 mil pessoas em África podem morrer de covid-19 e 29 a 44 milhões podem ficar infetadas no primeiro ano se as medidas de contenção falharem".

19h00 (CET) Itália retoma trajetória descendente da pandemia

A Itália voltou hoje à trajetória de abrandamento da pandemia, depois de um 'pico' na quarta-feira. As autoridades transalpinas reportaram 274 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, abaixo das 369 vítimas mortais contabilizadas na quarta-feira.

Por sua vez, o número de novos casos cifrou-se em 1401 face ao dia anterior, o que elevou o total de infetados no país desde o início da pandemia para 215.858.

18h30 (CET) Reino Unido anuncia mais 539 óbitos e 5614 novos casos

O Reino Unido registou 539 mortos por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos para 30.615.

Já o número de infetados é atualmente de 206.715, mais 5.614 em relação ao dia anterior.

O Reino Unido é o país com maior número de mortes na Europa e o segundo a nível mundial, atrás apenas dos Estados Unidos.

18h00 (CET) Resultados encorajadores de tratamento com plasma na Áustria

A Áustria anunciou hoje a cura de mais três doentes com covid-19 submetidos a transfusões de plasma sanguíneo de pacientes recuperados da infeção provocada pelo novo coronavírus.

Segundo o infecciologista austríaco Robert Krause, do hospital de Graz, no sul da Áustria, os três doentes foram declarados recuperados, embora tenha alertado que o tratamento não é aplicável a todos os infetados pelo SARS-CoV-2.

Nos casos agora citados incluem-se duas pessoas que sofriam de outras patologias e cujo sistema imunitário estava muito enfraquecido. No total, 20 pessoas foram tratadas na Áustria com plasma sanguíneo. Apesar da recuperação dos doentes, foram registados efeitos secundários, que exigem um melhor conhecimento da eficácia desta terapia.

17h30 (CET) Moscovo renova medidas de confinamento até 31 de maio

As medidas de confinamento devido à pandemia de covid-19 foram prolongadas pela Câmara de Moscovo até 31 de maio, prolongando assim por mais três semanas as restrições impostas à população, que deveriam terminar no dia 12.

A capital russa é o principal foco de covid-19 no país, que esta quinta-feira reportou um recorde de 11.231 novos casos.

A autarquia definiu apenas um regime de exceção para estaleiros de obras e indústrias, que retomam a atividade já na próxima terça-feira.

17h00 (CET) Festivais de música proibidos em Portugal até 30 de setembro

Os festivais de música foram hoje proibidos em Portugal até 30 de setembro em virtude da pandemia de covid-19 no país, anunciou o governo, na sequência da reunião de conselho de ministros.

O governo adiantou ainda que para os espetáculos entre 28 de fevereiro e 30 de setembro de 2020 que não se realizem será emitido "um vale de igual valor ao preço do bilhete de ingresso pago, garantindo-se os direitos dos consumidores”.

16h30 (CET) OMS estima pico da pandemia em África dentro de quatro a seis semanas

A pandemia de covid-19 em África só deverá atingir o seu pico dentro de quatro a seis semanas, defendeu hoje a diretora regional da OMS para a África, Matshidiso Moeti., numa conferência de imprensa online.

“Olhando para a evolução da pandemia de covid-19 e especialmente agora que estamos a olhar para a propagação comunitária em alguns países, estimamos que a doença atingirá o seu pico dentro de quatro a seis semanas, se nada for feito”, explicou.

O número de mortos devido à covid-19 em África ultrapassou hoje os dois mil (2.012), com mais de 51 mil casos da doença registados em 53 países.

16h00 (CET) Japão aprova uso do remdesivir contra a covid-19

O Japão tornou-se esta quinta-feira o segundo país do mundo a autorizar o medicamento remdesivir para a tratar doentes com covid-19, adiantou hoje à AFP um funcionário do Ministério da Saúde japonês.

Os procedimentos de aprovação de um novo medicamento são normalmente longos no Japão, mas o Governo japonês decidiu desta vez agir rapidamente, dada a atual falta de soluções terapêuticas validadas contra o novo coronavírus.

A decisão tem lugar menos de uma semana após os Estados Unidos ter também dado uma aprovação de emergência para o uso deste fármaco experimental inicialmente desenvolvido para tratar doentes com febre hemorrágica do Ébola.

15h30 (CET) Suécia ultrapassa as 3000 vítimas mortais

A Suécia registou mais 99 mortes em relação ao dia anterior e ultrapassou assim as 3.000 mortes associadas à covid-19 desde o início da pandemia, segundo avançaram as autoridades de saúde.

Com 10,3 milhões de habitantes e uma estratégia de isolamento social mais ligeira do que a maioria dos outros países, a Suécia registava até agora 3.040 mortes e um total de 24.623 casos.

15h00 (CET) Mais de 263 mil óbitos e 3,7 milhões de doentes no mundo

A pandemia de covid-19 já matou 263.792 pessoas e infetou mais de 3,7 milhões em todo o mundo desde que surgiu em dezembro na cidade chinesa de Wuhan.

De acordo com os dados recolhidos pela AFP junto de fontes oficiais, foram também consideradas curadas 1.179.700 pessoas pelas autoridades sanitárias.

14h30 (CET) Irão confirma mais 68 mortes e 1485 novos casos

O Irão anunciou hoje mais 68 mortes e 1485 novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2, o que fez as autoridades do país considerarem a situação do país "relativamente estável", segundo o porta-voz do Ministério da Saúde, Kianuche Jahanpur.

Epicentro da pandemia no Médio Oriente, o país soma até ao momento 6486 mortes e mais de 100 mil casos desde meados de fevereiro, quando surgiram os primeiros casos internos.

14h05 (CET) Portugal já supera as 1100 vítimas desde o início da pandemia

A Direção-Geral da Saúde anunciou a morte de mais 16 pessoas por covid-19 nas últimas 24 horas, o que fez Portugal atingir as 1105 vítimas desde o início da pandemia.

Registou-se ainda um aumento nos novos casos diários, com as autoridades portuguesas a confirmarem mais 533 infeções pelo novo coronavírus. O total de casos positivos ascende, assim, a 26.715, segundo o boletim epidemiológico desta quinta-feira.

Acompanhe aqui a conferência da Direção-Geral da Saúde:

Conferência de imprensa COVID-19

Conferência de imprensa COVID-19 | Acompanhe em direto #DGS #Saúde #SNS

Publiée par Direção-Geral da Saúde sur Jeudi 7 mai 2020

13h30 (CET) Pandemia já fez mais de 150 mil mortos na Europa

A pandemia de covid-19 já fez 150.138 mortos (em 1.640.799 casos) na Europa, das quais três quartos no Reino Unido, Itália, Espanha e França, segundo um balanço da agência AFP. O continente europeu é o mais atingido pela pandemia, que matou 263.573 pessoas no mundo.

Os países com mais vítimas são: Reino Unido (30.076), Itália (29.684), Espanha (26.070) e França (25.809).

13h00 (CET) Bélgica entre o dobro de novos casos e queda nos óbitos

Nas últimas 24 horas, a Bélgica confirmou 639 novos casos de covid-19, mais do dobro do que no dia anterior (272) e que eleva agora o total para 51.420 casos de contágio.

De acordo com os dados oficiais desta quinta-feira, foram também registadas 80 mortes, um recuo face às 110 da véspera, com a Bélgica a totalizar agora 8.415 óbitos.

12h30 (CET) Alemanha novamente acima dos 1000 novos casos diários

A Alemanha confirmou 1.284 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o número mais alto dos últimos cinco dias.

Segundo o Instituto Robert Koch (RKI), que monitoriza a contabilização das vítimas alemãs, o elevado registo deveu-se a um atraso na contagem do último fim de semana.

No total, o país já teve 166.091 casos diagnosticados e 7.119 óbitos, ou seja, mais 123 óbitos nas últimas 24 horas.

12h00 (CET) Recorde de 11.231 novos casos na Rússia em 24 horas

A Rússia anunciou hoje o maior número de novos casos num só dia, com 11.231 infeções pelo novo coronavírus confirmadas nas últimas 24 horas, totalizando até ao momento 177.160 casos.

Com esta atualização, a Rússia ultrapassa a França e é agora o quarto país da Europa com mais casos, apenas atrás de Espanha, Itália e Reino Unido.

Paralelamente, as autoridades russas confirmaram mais 88 mortos, elevando para 1.625 o número total de vítimas mortais.

11h30 (CET) Espanha regista mais 213 mortes e supera as 26 mil

Espanha registou, nas últimas 24 horas, mais 213 mortes por covid-19, abaixo dos 244 óbitos reportados na quarta-feira e que eleva o total de vítimas para 26.070.

De acordo com o Ministério da Saúde espanhol, foram ainda diagnosticados mais 754 novos casos, colocando agora o total de infetados em 221.447 desde o início da pandemia.

Informações gerais

A pandemia de covid-19 já infetou quase 3,6 milhões de pessoas e causou pelo menos 254 mil mortos em 195 países e territórios, havendo mais de 1,1 milhões de pessoas recuperadas da doença provocada por este novo coronavírus.

O surto terá surgido em dezembro na cidade de Wuhan, no centro da China e teve o primeiro registo na Europa em 20 em janeiro, em França, o mesmo dia em que se admite ter sido também registado pela primeira vez nos Estados Unidos.

O SARS-COV-2 entrou em África pelo Egito, a 15 de fevereiro, e dez dias depois chegou à América do Sul, pelo Brasil. A pandemia bloqueou a maior parte do mundo desde meados de março, devido às medidas de confinamento decretadas pelos governos, ao encerramento de comércio e serviços, bem como a redução drástica do tráfego aéreo, o que paralisou a economia mundial.