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Menos restrições para reavivar as economias

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Menos restrições para reavivar as economias
Direitos de autor  Cecilia Fabiano/LaPresse via AP
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Em Itália os fiéis católicos regressaram às igrejas para assistir à missa, na segunda-feira. Mais uma medida de alívio nas restrições impostas para conter a pandemia de Covid-19 naquele que chegou a ser o país mais afetado.

O país soma mais de 32 mil mortos, desde o início da propagação do vírus, mas os números têm vindo a descer. Ainda assim, há mais de 66 mil casos ativos de infeção.

As restrições vão sendo levantadas porque a situação está melhor. Museus e livrarias, podem agora reabrir. Mas o confinamento teve o seu custo. A proprietária de uma loja em Roma, a capital italiana, diz sentir-se muito preocupada porque a situação económica era já difícil. Ainda assim, acrescenta, "continuamos firmes, porque quando se é empresário é preciso acreditar naquilo que se faz". Apesar de não precisarem do choque pelo qual passaram, desabafa.

Espanha é outro dos países europeus que vai levantando, ainda que lentamente, as restrições. Com a queda diária no número de mortos - em 24h morreram 59 pessoas, o número mais baixo em dois meses mas o país perdeu mais de 27.700 - a aposta é num sistema de quatro fases que vai sendo aplicado a velocidades variadas nas diferentes regiões.

Mas a batalha contra a Covid-19 não está ganha e, por isso, há medidas obrigatórias no país como o uso de máscaras e não apenas nos transportes públicos.

Em França há avanços e recuos na luta contra a pandemia. Uma semana depois de um terço dos alunos ter voltado à escola surgiram 70 novos casos de infeção, relacionados com estabelecimentos escolares.

Uma das prioridades pelo país é tornar seguras as salas de aula. O diretor de uma escola, a La Tourette, explica a configuração do estabelecimento foi, completamente, alterada para dar espaço suficiente aos alunos em cada uma das salas, aproximadamente 4m2 por aluno. Cada sala tem apenas entre 8 a 12.

A Irlanda começa também a levantar restrições. Algumas lojas e mesmo os clubes desportivos recomeçaram a operar. Trata-se de um dos países menos tocados pela pandemia na Europa com mais de 1500 mortos e cerca de 3000 casos ativos do vírus.