EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Boris Johnson defende conselheiro que viajou durante quarentena

Boris Johnson defende conselheiro que viajou durante quarentena
Direitos de autor Alastair Grant/Copyright 2019 The Associated Press. All rights reserved
Direitos de autor Alastair Grant/Copyright 2019 The Associated Press. All rights reserved
De  Ricardo Figueira
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

O primeiro-ministro britânico aceitou a justificação de que Dominic Cummings precisou de deixar o filho à guarda dos avós.

PUBLICIDADE

Boris Johnson defendeu o conselheiro Dominic Cummings, debaixo de fogo por parte da oposição por ter ido no final de março a casa dos pais, no norte de Inglaterra, numa altura em que todo o Reino Unido estava sob medidas de confinamento e ele próprio apresentava sintomas de infeção por coronavírus. Cummings justificou-se dizendo que precisou de deixar o filho ao cuidado dos avós, o que Johnson compreendeu.

Para o primeiro-ministro britânico, não há razão para incriminar Cummings, pois fez tudo dentro da lei e tinha uma justificação válida: Conversei muito com ele e percebi que viajou porque precisava que alguém de confiança tomasse conta do filho, porque tanto ele como a mulher estavam incapacitados pelo coronavírus e não tinham alternativa. Foram feitas várias alegações falsas a respeito dele. O que fez foi seguir os mesmos instintos que qualquer outro pai e não o posso censurar por isso. Agiu dentro da lei e de forma responsável", disse Johnson.

O que fez foi seguir os mesmos instintos que qualquer outro pai e não o posso censurar por isso. Agiu dentro da lei e de forma responsável.
Boris Johnson
Primeiro-ministro britânico

Dominic Cummings é o conselheiro-chefe de Boris Johnson e foi o principal arquiteto da campanha pró-Brexit. Um braço direito que Johnson continua a defender a todo o custo, enquanto a oposição e parte dos conservadores querem a cabeça dele, com o argumento de que fez algo que estava vedado à generalidade da população britânica.

"Cummings seguiu os instintos, o resto do país seguiu as regras" Lisa Nandy (trabalhista), ministra-sombra dos Negócios Estrangeiros
Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Antigo conselheiro de Johnson arrasa o governo

Jovem de 13 anos morre após ataque com espada em Londres

Sunak anuncia: voos de deportação do Reino Unido para o Ruanda devem começar dentro de poucos meses