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Desconfinamento prossegue na Europa

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Desconfinamento prossegue na Europa
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No Reino Unido, o número de mortos por Covid-19 continua a baixar enquanto o governo de Boris Johnson continua a levantar as restrições impostas para conter a pandemia. Os britânicos parecem querer esquecer os mais de 38.400 mortos, provocados pelo novo coronavírus e aproveitam o bom tempo.

O secretário para a Habitação, Comunidades e Governo Local do Reino Unido mostra-se, relativamente, confiante pela forma como o desconfinamento está a ser gerido pelo executivo, e na nova fase que arranca esta segunda-feira, ainda que admita que é preciso continuar atento "porque a taxa de infeção permanece entre os 0,7 e os 0,9 por cento e a margem de manobra é bastante limitada".

Os mercados de rua reabrem, esta segunda-feira, os eventos desportivos, à porta fechada, também recomeçam. As escolas do primeiro ciclo voltam a funcionar no Reino Unido ainda que não se saiba se com alunos. Robert Jenrick explica que poderá haver pais que ainda não vão enviar os filhos para a escola, mas acrescenta que o farão nos próximos dias quando virem outros a fazê-lo e as escolas a reabrir "com segurança".

Enquanto no Reino Unido os turistas estrangeiros passam a estar obrigados a 14 dias de isolamento, em Espanha, e apesar de a situação estar por agora controlada, mantém-se também alguma cautela. O estado de emergência será prolongado no país pela última vez.

O governo da Letónia espera regressar à normalidade com a adoção, voluntária, de uma aplicação de rastreio. Entre Letónia, Estónia e Lituânia abrem-se fronteiras, a quarentena só é obrigatória para quem chega de outros países.

Em França, restaurantes e bares reabrem esta terça-feira, mas os parisienses desfrutam do fim do confinamento há vários dias, como explica um jovem. De passeio no Sena, sem embarcações à vista, diz que não há barcos turísticos porque eles ainda estão proibidos. Acrescenta que se sente como uma estrela, com o público a aplaudi-lo nas margens.

Em Itália o pior parece também já ter passado. O número de mortos cai, diariamente, e os monumentos históricos, como o Coliseu ou a Torre de Pisa voltam a receber visitantes.