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Acaba a proibição de ajoelhar durante o hino

Megan Rapinoe, com Christen Press (12), Ali Krieger (11), Crystal Dunn (16) e Ashlyn Harris (22), antes de um jogo dos EUA contra a seleção dos Países Baixos
Megan Rapinoe, com Christen Press (12), Ali Krieger (11), Crystal Dunn (16) e Ashlyn Harris (22), antes de um jogo dos EUA contra a seleção dos Países Baixos Direitos de autor  John Bazemore/Associated Press
Direitos de autor John Bazemore/Associated Press
De Teresa Bizarro
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A Federação de Futebol dos EUA segue a NFL e acaba com a imposição de ouvir o hino de pé

A Federação de Futebol dos Estados Unidos revogou a regra que proibia os jogadores de se ajoelharem durante o hino nacional. Depois da morte de George Floyd, o gesto tornou-se numa forma universal de protestar contra a violência policial.

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Nos relvados, estava proibido desde 2017, depois de Megan Rapinoe, a capitã da seleção de futebol feminino dos Estados Unidos, ter levado o joelho ao chão durante o hino.

Na altura, Rapinoe disse querer manifestar-se solidária com Colin Kaepernick, jogador de futebol americano - o primeiro a iniciar a polémica. Kaepernick justificou-se dizendo que não iria mostrar orgulho no hino de um país que oprime as pessoas negras.

Chris Carlson/Associated Press
Colin Kaepernick a 1 de setembro de 2016, a primeira vez que se ajoelha durante o hino Chris Carlson/Associated Press

O jogador estava nos 49ers de São Francisco e não voltou a jogar profissionalmente assim que terminou a temporada de 2016. A NFL, que impôs a obrigatoriedade de ouvir o hino de pé, já tinha suspendido a decisão e no passado sábado decidiu também revogá-la.

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