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NATO avisa Ocidente para não ignorar a China

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NATO avisa Ocidente para não ignorar a China
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A NATO avisa o Ocidente para não ignorar o crescente poder da China.

O chefe da aliança militar diz que a Europa e os EUA têm de trabalhar em conjunto para enfrentarem o desafio.

"A ascensão da China está a alterar profundamente o equilíbrio global do poder. A China terá em breve a maior economia do mundo e tem o segundo maior orçamento de defesa. Está a investir fortemente em novas capacidades militares de longo alcance, mísseis que podem chegar a todos os aliados da NATO, e a modernizar as suas forças nucleares. E não se trata aqui da necessidade de entrar no Mar do sul da China, mas sim do facto de a China se estar a aproximar de nós".
Jens Stoltenberg
Secretário-geral da NATO

O reforço da aliança transatlântica foi o tema das conversações desta semana entre o Secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo e o chefe da política externa da União Europeia, Josep Borrell.

O reponsável pela diplomacia da UE revela que sugeriu "a possibilidade de continuarmos a ter um diálogo bilateral centrado na China, sobre os desafios que a atitude mais assertiva da China está a colocar na cena mundial".

O risco crescente de um confronto entre os EUA e a China levou a União Europeia a reforçar as suas defesas, bem como a sua diplomacia.