Londres assina acordo para fornecimento de vacinas contra a Covid-19

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O acordo com a GSK e a Sanofi fica dependente de um contrato definitivo e prevê a distribuição de 60 milhões de unidades de uma eventual vacina contra a Covid-19 que deverá estar disponível a partir de meados do próximo ano.

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O governo britânico assinou um acordo com as farmacêuticas GlaxoSmithKline e a Sanofi Pasteur para o fornecimento de 60 milhões de doses de uma eventual vacina que poderá começar a ser disponibilizada em meados do próximo ano.

O acordo fica dependente da assinatura de um contrato definitivo.

As empresas britânicas e francesa tem a maior capacidade de produção de vacinas do mundo.

"O que sabemos de facto sobre esta sociedade conjunta entre a Sanofi e a GlaxoSmithKline é que estamos a usar uma tecnologia comprovada. Esta tecnologia é usada noutras vacinas. Portanto, mesmo que o desenvolvimento de outras vacinas contra a Covid-19 esteja ligeiramente mais avançado nas fases de testes 1, 2 e 3, esta é de tecnologia com garantias, que nós conhecemos, e que sabemos como ampliar a produção", diz Hugo Fry, diretor executivo da Sanofi.

Por outro lado, a Comissão Europeia anunciou ter assinado um acordo de 63 milhões de euros para garantir o fornecimento de milhares de doses de Remdesivir, a única droga experimental aprovada para tratar pacientes com COVID-19.

Segundo Bruxelas, o acordo prevê uma quantidade suficiente para tratar cerca de 30 mil doentes com sintomas graves do Covid-19 na União Europeia e Reino Unido.

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