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Reino Unido aperta restrições e ameaça população

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Reino Unido aperta restrições e ameaça população
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O fim de semana no nordeste de Inglaterra foi estranhamente calmo, na cidade de Newcastle as ruas estavam desertas no sábado à noite depois de bares e restaurantes terem sido obrigados a fechar portas às 22 horas. A região é uma das mais atingidas pela covid-19 no país e as autoridades desenvolvem esforços para limitar os ajuntamentos sociais.

Quem está obrigado a fazer quarentena arrisca uma pesada multa se sair à rua, mil libras, ou pouco mais de mil euros, na primeira ofensa e até dez vezes mais para quem foi apanhado a reincidir.

O país é o quinto a nível mundial com mais mortes associadas à covid-19 e o ministro da Saúde promete apertar com quem não se sabe comportar. Matt Hancock, no entanto, sublinha que todos têm uma escolha e todos têm uma palavra a dizer, uma vez que a situação depende das escolhas individuais de 60 milhões de pessoas, e se a população não os ajudar a controlar a situação com os confinamentos locais, terão de implementar novas medidas a nível nacional.

A boa vontade das autoridades esbarra na fraca capacidade para efetuar testes e as longas filas à espera de uma oportunidade ainda são um cenário habitual.

No sentido contrário, em Londres, algumas centenas de pessoas manifestaram-se contra as medidas de restrição do governo uma vez que consideram que violam a sua liberdade individual.

As autoridades britânicas não se deixam impressionar e não excluem a possibilidade de fechar novamente o país.