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Netanyahu dá exemplo no arranque da vacinação contra a Covid-19

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Netanyahu dá exemplo no arranque da vacinação contra a Covid-19
Direitos de autor  AMIR COHEN/AP
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"Uma pequena injeção para um homem, um salto enorme para a saúde de todos", afirmou o primeiro ministro de Israel ao ser vacinado contra a Covid-19, este sábado à noite, numa emissão em direto pela televisão nacional.

Benjamin Netanyahu tornou-se no primeiro israelita vacinado numa ação de promoção ao plano de vacinação que arranca oficialmente este domingo, dando prioridade aos profissionais de saúde e aos residentes em lares de idosos.

O governo ambiciona vacinar 60 mil pessoas por dia e chegar ao final de janeiro com mais de dois milhões de israelitas já vacinados. O plano de Netanyahu é fazer de Israel o primeiro país do mundo a vencer o SARS-CoV-2.

Sinto-me excelente. Vacinem-se! Neste momento, peço a todos que respeitem as regras: distância social, lavar as mãos, usar máscara e evitar encontros.

"Se todos forem rapidamente vacinados, mais rápido voltaremos ao normal, sobretudo a economia.

"Depende de todos nós.
Benjamion Netanyahu
Primeiro-ministro de Israel

Quantidade de vacinas em causa

Este sábado, o Canal 13, citado pelo portal Times of Israel, noticiou que as autoridades de saúde já tinham esgotado as vacinas depois de terem distribuídas as primeiras dezenas de milhares de doses pelos centros de saúde do país sem previsão para a chegada de mais.

O diretor-geral de Saúde desmentiu a notícia. "Vai haver vacinas para todos os israelitas. Falar de uma falta de vacinas não é correto", garantiu Chezy Levy, citado pelo portal Ynet.

Diante do centro medico onde Netanyahu e também o ministro da Saúde de Israel receberam a primeira dose da vacina, nos arredores de Telavive, decorreu mais um protesto dos muitos que têm decorrido desde há seis meses contra a forma como o Governo tem gerido a epidemia.

Na habitual atualização dos números da epidemia em Israel, o Ministério da Saúde anunciou o registo de mais 2.815 infeções, colocando o número de casos ativos no país nos 23.917, com o balanço de mortos a estar já nos 3.070.

Entre os casos ativos, pelo menos 445 estão em situação grave, incluindo 109 ligados a ventiladores.

Para tentar controlar os contágios, as autoridades anunciaram decretar quarentena obrigatório para todas as pessoas que entrarem em Israel, sendo que a medida não se aplica a cidadãos israelitas oriundos de países considerados de baixo risco que entrem no país até 26 de dezembro.