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Pandemia reforça desigualdade salarial na UE

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Pandemia reforça desigualdade salarial na UE
Direitos de autor  AFP
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A pandemia aumentou a desigualdade salarial no mercado de trabalho da UE. O número de empregos altamente qualificados como cientistas, professores e médicos aumentou, mas o emprego menos qualificado diminuiu drasticamente. Segundo as últimas conclusões, a pandemia está a contribuir para o aumento da desigualdade nos salários.

Enquanto isso, segundo os últimos dados oficiais, o emprego qualificado aumentou quase 5% em comparação com o mesmo período do ano passado. Estes profissionais podem trabalhar em várias áreas, incluindo ciência e engenharia, saúde, ensino ou tecnologias da informação e da comunicação.

Já as ocupações consideradas menos qualificadas envolvem o desempenho de tarefas rotineiras que podem exigir a utilização de ferramentas manuais e um esforço físico considerável, explicou o Eurostat. Os números confirmam que, apesar do forte apoio do governo, a pandemia e as restrições estão a atingir os empregos com salários mais baixos e a juventude.

O emprego jovem foi o mais atingido e caiu 2 pontos percentuais - o que levou a taxa de emprego dos 15 aos 24 anos para os 31,3% no terceiro trimestre. No geral, 72,4% dos cidadãos da União Europeia em idade ativa estavam empregados no terceiro trimestre, em comparação com os 73,1% no mesmo período do ano passado.