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Afluência ordeira nas presidenciais em dia de novo recorde de mortes

Marcelo Rebelo de Sousa votou em Celorico de Basto
Marcelo Rebelo de Sousa votou em Celorico de Basto Direitos de autor HUGO DELGADO/EPA
Direitos de autor HUGO DELGADO/EPA
De  Rodrigo Barbosa com Lusa
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Participação ao meio dia era 2% superior à de 2016 à mesma hora, mas pelas 16 horas diminuiu os mesmos 2% face ao ocorrido há cinco anos

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Portugal vota hoje em eleições presidenciais profundamente marcadas pelo contexto da pandemia, em pleno confinamento e sob estritas regras sanitárias.

As urnas abriram às 8 horas da manhã e, ao meio dia, a afluência era de cerca de 17%, superior à registada à mesma hora em 2016, quando a taxa de abstenção foi de 51,3 por cento.

Pelas 16 horas, de acordo com a Secretaria-geral do Ministério da Administração Interna, a participação estava nos 35,44%, dois por cento abaixo do ocorrido à mesma há cinco anos.

Marcelo Rebelo de Sousa, que espera uma reeleição à primeira volta, votou em Celorico de Basto. O chefe de Estado saudou o cumprimento das regras sanitárias por parte dos eleitores.

O primeiro-ministro António Costa, que votou em Lisboa, agradeceu aos voluntários que "sacrificaram o domingo para assegurar o funcionamento do ato eleitoral".

Se, por um lado, a vitória não deverá escapar ao atual presidente, o segundo lugar está em aberto entre Ana Gomes e o líder da extrema-direita André Ventura.

A candidata do Bloco de Esquerda, Marisa Matias, também espera obter um bom resultado.

As urnas fecham em Portugal Continental e na Madeira às 19h e uma hora mais tarde nos Açores. As primeiras projeções são esperadas para as 20 horas, hora de Lisboa.

As eleições decorrem num dia em que Portugal volta a registar um novo recorde de mortes diárias, 275, e mais de 11.000 novos casos de Covid-19.

Editor de vídeo • Rodrigo Barbosa

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