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Irão limita monitorização do programa nuclear e pede fim das sanções dos EUA

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Irão limita monitorização do programa nuclear e pede fim das sanções dos EUA
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Irão e Agência Internacional da Energia Atómica chegaram a acordo para a monitorização da atividade nuclear no país nos próximos três meses. Apesar de Teerão manter a ameaça de abandonar o acordo nuclear de 2015 caso os Estados Unidos não levantem as sanções económicas impostas durante a presidência de Donald Trump, está dado o primeiro passo para o regresso do diálogo com Washington.

Rafael Grossi sublinha a importância de continuar a cumprir os termos do tratado internacional:

"Em primeiro lugar, confirmámos novamente que o Irão irá continuar a implementar o acordo para os protocolos de segurança, como tem feito até agora. Além disso, ao abrigo da legislação que define as limitações, atingimos um entendimento em que a agência se compromete a continuar as suas atividades de verificação e monitorização durante um período de pelo menos três meses."

O diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica admite que o acesso dos seus inspetores será limitado mas realça que esta solução provisória lhes permite continuar a dar a conhecer ao mundo o que se passa no país. Já o Irão destaca que com este acordo, os inspetores apenas terão acesso a 70% do que podiam monitorizar anteriormente.

Desde a saída dos Estados Unidos do acordo que Teerão desafiado a comunidade internacional em questões críticas do seu programa nuclear, nomeadamente a sua capacidade para produzir urânio enriquecido.