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Vacina da Johnson perto da aprovação

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Vacina da Johnson perto da aprovação
Direitos de autor  Nicolas Maeterlinck/AP
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A vacina da Johnson & Johnson deve ser aprovada no dia 11 de março pela Agência Europeia do Medicamento, segundo uma informação avançada pela Bloomberg, juntando-se assim às da Pfizer, da Moderna e da AstraZeneca. Esta última foi rejeitada por uma parte importante da população, na Alemanha, o que está a levar a uma acumulação dos stocks.

França

Em França, o presidente Emmanuel Macron defende a vacina da Astra Zeneca, que segundo os estudos tem uma eficácia de 70 a 80%.

"Para mim, a transparência é um critério importante e tudo, na AstraZeneca, tem sido transparente. É uma vacina com critérios próprios e segura, de acordo com os critérios das autoridades sanitárias. A eficácia foi demonstrada de forma transparente. Por isso, penso que é uma vacina útil, que deve ser administrada. Quando for a minha vez de ser vacinado, se for essa a vacina proposta, com certeza que a tomo", disse o presidente francês.

Se me propuserem tomar a vacina da AstraZeneca, com certeza que a tomo.
Emmanuel Macron
Presidente de França

Bélgica

A estirpe britânica, mais contagiosa, é agora a dominante no país, onde os números de novos contágios e de hospitalizações estão novamente a subir. Na semana passada, as novas infeções subiram cerca de um quarto em relação à semana anterior. O primeiro-ministro belga alerta para uma situação delicada e, por isso, manteve as medidas restritivas: "Os números incertos não nos deixam reduzir as medidas que estão atualmente em vigor. Seria insensato, irrefletido e irresponsável. Seria a decisão errada neste momento. Por isso, o comité de concertação optou pela prudência e tirou uma semana para avaliar a situação", disse Alexander de Croo.

Chéquia

O país está agora onde Portugal estava há um mês, com uma taxa de reprodução do vírus muito alta. As novas mortes e novas infeções por milhão de habitantes estão entre as mais altas do mundo, devido em grande parte à chegada das novas variantes. O país, com 10,7 milhões de habitantes, chegou às 20 mil mortes por Covid.