Passaporte de vacinação levanta dúvidas

Passaporte de vacinação levanta dúvidas
Direitos de autor AP Photo
De  euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Na Alemanha algumas regiões já querem testar o passaporte de vacinação. A Câmara Municipal de Alttötting, na Baviera, já está a distribuir um cartão de vacinação, embora para já seja apenas simbólico e não conceda qualquer direito particular.

PUBLICIDADE

Na Alemanha algumas regiões já querem testar o passaporte de vacinação. A Câmara Municipal de Alttötting, na Baviera, já está a distribuir um cartão de vacinação, embora para já seja apenas simbólico e não conceda qualquer direito particular. Mas alguns cidadãos mostram-se entusiasmados com a ideia.

"Vou ter sempre este cartão comigo e se precisar mostro-o. É uma espécie de nova liberdade", afirma uma mulher, que já foi vacinada.

Mas outros habitantes pensam que o passaporte de vacinação é injusto, já que apenas 2% da população alemã recebeu as duas doses da vacina contra a Covid-19. "Tenho receio desta sociedade com dois estratos. Oficialmente, a vacina não é obrigatória. Com este passaporte, seria obrigatória indiretamente. Posso ir de férias, se não for vacinado?", pergunta um homem.

Os líderes da União Europeia reuniram-se virtualmente na quinta-feira e alguns países pediram os passaportes de vacinação, mas vários representantes alertaram que isso pode abrir um cisma entre uma minoria de vacinados e o resto da população.

A Grécia já deu sinais de que está pronta para agir mais rápido do que os outros Estados-membros. Estabeleceu um acordo bilateral de viagens com Israel e já iniciou conversações similares com o Reino Unido.

E em Israel, só quem tem o chamado passaporte verde pode frequentar ginásios, piscinas, hotéis e alguns espaços culturais.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

OMS avisa: Pandemia de Covid-19 vai continuar em 2022

Novas sanções contra Moscovo na sequência da morte de Alexei Navalny

Ucrânia: dois anos de guerra