EventsEventosPodcasts
Loader
Encontra-nos
PUBLICIDADE

Chefes militares brasileiros demitem-se em bloco

(imagem de arquivo)
(imagem de arquivo) Direitos de autor Antonio Cruz/Agencia Brasil HANDOUT/EPA
Direitos de autor Antonio Cruz/Agencia Brasil HANDOUT/EPA
De  euronews
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Os chefes do Exército, Marinha e Força Aérea demitiram-se depois de terem apelado a mais restrições a fim de combater o avanço da pandemia

PUBLICIDADE

Vinte e quatro horas depois de uma remodelação governamental no executivo anunciada na segunda-feira passada, os chefes dos três ramos das forças armadas brasileiras demitiram-se em bloco.

A demissão teve lugar num momento em que o Brasil volta a bater recordes no número de mortes diárias devido à pandemia.

Números sugerem que na terça-feira teriam morrido cerca de 3700 pessoas, elevando o número total de mortes no país acima dos 317 mil.

Na segunda-feira, o presidente Bolsonaro substituiu os ministros dos negócios estrangeiros, da justiça e da defesa, entre outros cargos no executivo num total de seis.

No centro da mais recente vaga de demissões estaria a recusa do chefe das forças armadas, General Edson Leal Pujol, depois deste ter publicamente rejeitado a politicização militares apelando a mais restrições para travar o avanço da pandemia.

De referir que no passado, Bolsonaro já havia questionado a eficácia das vacinas.

Na semana passada, o presidente brasileiro recuou e disse que iria tornar 2021 no ano das vacinas.

Outras fontes • Folha de São Paulo

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Brasil, uma corrida às vacinas e à comida

Bolsonaro critica "frescura" no combate à covid-19

Dezenas de milhares de brasileiros saíram à rua para mostrar apoio a Bolsonaro em São Paulo