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Cresce a preocupação sobre saúde de Alexei Navalny

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Cresce a preocupação sobre saúde de Alexei Navalny
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Vários apoiantes de Alexei Navalny, onde se incluem alguns médicos, foram detidos, esta terça-feira, enquanto protestavam em frente à prisão de Pokrov, a 100 quilómetros a leste de Moscovo, onde o opositor de Vladimir Putin está preso.

O grupo exigia obter informações sobre o estado de saúde de Navalny que se encontra em greve de fome desde 31 de março.

Antes de ser detida, Anastasiya Vasilyeva, a médica do insurgente, afirmou temer pela saúde de Alexei Navalny.

"Não temos toda a informação. O mais terrível é a falta de conhecimento, confusão, e incerteza. Inspira medo não só a nós, aos médicos que o tratam, mas também aos seus familiares e a todos aqueles que observam o que lhe está a acontecer aqui. Por conseguinte, é importante obter informação e resolver esta questão sem qualquer agravamento da situação".

A secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnes Callamard, afirmou, no Twitter, que escreveu a Vladimir Putin sobre a prisão arbitrária e a deterioração do estado de saúde Alexei Navalny e acusou a Rússia de estar a "submetê-lo a uma morte lenta".

No final de março, numa carta, o líder da oposição, disse que tem tosse, febre e dores nas pernas e nas costas. Alexei Navalny anunciou a greve de fome exigindo tratamento médico adequado.

As autoridades russas refutaram, já, as queixas de maus-tratos e falta de cuidados de saúde na prisão de Pokrov.